
Quero só escrever da minha alegria e surpresa num momento do encontro maravilhoso que tive durante dias com alguns amigos e amigas numa casa um pouco longe de Salvador. Surpresa é bom assim: quando vem com alegria.
Ontem, na despedida do feriado operário, sentamos eu e alguns dos homens da casa para discutir sobre economia - mais especificamente sobre bolsa de valores. Regada a muito vinho, a conversa na mesa de madeira retangular foi se alastrando nas diversas áreas das ciências sociais. Discutimos economia, política, ideologias, revoluções, história e, principalmente, mudança política e social. E na passagem de cada assunto dessas áreas tomávamos uma garrafa de vinho para o papo ficar mais filosófico, digamos. Argôlo deu o encerramento da conversa e eu completei com uma frase do maquiavélico finado Antônio Carlos Magalhães: "Eu elejo até um poste na Bahia."
Terminada a discussão, fui pegar um copo de água na cozinha e me deparei com Felipão - meu grande e eterno amigo. Ele me falou algo sobre governantes - que não me lembro agora - e eu lhe disse que seria muito difícil eu me candidatar a ser um político, pois penso que um político, embora não seja assim na real, precisa ser um ser elevado psicologicamente para pensar no coletivo como ninguém, além de ter estudos aprofundados sobre política, poder, direito e sociedade. Felipão, então, me encara de forma espetacular e indômita: "Precisa ser elevado coisa alguma, Fábio. Você só precisa ter uma boa aparência, uma boa lábia e uma forte aliança econômica com o setor privado!" .
Foi magnífico de crítico. Eu vi e ouvi surgir um espírito jornalístico em Felipão...
Ontem, na despedida do feriado operário, sentamos eu e alguns dos homens da casa para discutir sobre economia - mais especificamente sobre bolsa de valores. Regada a muito vinho, a conversa na mesa de madeira retangular foi se alastrando nas diversas áreas das ciências sociais. Discutimos economia, política, ideologias, revoluções, história e, principalmente, mudança política e social. E na passagem de cada assunto dessas áreas tomávamos uma garrafa de vinho para o papo ficar mais filosófico, digamos. Argôlo deu o encerramento da conversa e eu completei com uma frase do maquiavélico finado Antônio Carlos Magalhães: "Eu elejo até um poste na Bahia."
Terminada a discussão, fui pegar um copo de água na cozinha e me deparei com Felipão - meu grande e eterno amigo. Ele me falou algo sobre governantes - que não me lembro agora - e eu lhe disse que seria muito difícil eu me candidatar a ser um político, pois penso que um político, embora não seja assim na real, precisa ser um ser elevado psicologicamente para pensar no coletivo como ninguém, além de ter estudos aprofundados sobre política, poder, direito e sociedade. Felipão, então, me encara de forma espetacular e indômita: "Precisa ser elevado coisa alguma, Fábio. Você só precisa ter uma boa aparência, uma boa lábia e uma forte aliança econômica com o setor privado!" .
Foi magnífico de crítico. Eu vi e ouvi surgir um espírito jornalístico em Felipão...

3 comentários:
além daquela reportagem que o magnífico Felipão fez ano passado no aniversário de Cacá sobre um tal jogo de futebol. Grande colega jornalista! ahahha
hahahaha!!!
ta muito longe até chegar "jornalista", apenas amador e bom senso critico!
Leiam a Veja da semana passada. A capa é uma urna eletrônica como descarga.
Abração
Postar um comentário